Testou-se a diversidade da inclusão trabalhista das pessoas com deficiência (PCDs) no Rio de Janeiro desde 2000, período após a regulamentação da lei de cotas empregatícia e objeto da realização de megaeventos paradesportivos na cidade. Revelaram-se movimentos diferenciados dos diferentes grupos de PCDs ao longo do tempo. A primeira década apresenta ganhos da ocupação formal para o conjunto das PCDs adultas cariocas, mas queda para as pessoas com deficiência intelectual (PCDIs). Coincidentemente, nesse intervalo as PCDIs estiveram excluídas da paralimpíadas.